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Capital do Nepal pode-se ter deslocado alguns metros com o sismo

por Mäyjo, em 27.04.15








Pouco antes do meio-dia de sábado, no Nepal, um pedaço de rocha que estava cerca de nove milhas abaixo da superfície da Terra, mudou, desencadeando uma onda de choque - descrita como sendo tão poderosa quanto a explosão de mais de 20 armas termonucleares - que atravessou o Vale do Katmandu, segundo o The Wall Street Journal. E os especialistas defendem que essa mudança pode ter deslocado a capital do país alguns metros.

Os especialistas defendem que a placa tetónica indiana, que se desloca continuamente para norte, deslizou mais um pouco sob a placa eurasiática, provocando o violento sismo no Nepal, que fez milhares de mortos. 

"Este tremor de terra não foi uma surpresa, porque estamos numa zona de colisão" entre a placa tectónica indiana e a placa eurasiática", explicou Yann Klinger, diretor de investigação do Centro Nacional de Investigação Científica francês (CNRS), especialista na tectónica das placas, citado pela agência de notícias francesa, AFP.

Segundo Klinger, "a placa indiana desloca-se para norte à razão de quatro centímetros por ano" e desses quatro, dois centímetros situam-se precisamente ao nível da cadeia montanhosa dos Himalaias.

Juntamente com colegas de outros países, Klinger estuda há vários anos os sismos antigos ocorridos numa parte dos Himalaias, com o objetivo de construir "um ciclo sísmico" e prever com que periodicidade poderá registar-se um novo sismo. O seu estudo revisto será ser em breve publicado.

"Nós calculámos que isso poderá ocorrer de cerca de 700 em 700 anos" e que a zona afetada este fim de semana "se partiu provavelmente pela última vez em 1344 -- portanto, estava na altura", acrescentou o especialista.

O sismo de magnitude 7,8 na escala de Richter foi provocado pela abertura de uma grande falha, que gerou ondas ainda mais fortes por se ter dado muito rapidamente. O epicentro do sismo situou-se a cerca de 80 quilómetros de Katmandu.

James Jackson, especialista em tectónica da Universidade de Cambridge, concluiu, com base na análise das ondas sísmicas registadas após o tremor de terra, que "a zona em torno de Katmandu, a capital do Nepal, deslizou provavelmente cerca de três metros para sul".

A região de Katmandu também se elevou cerca de 50 centímetros, enquanto no norte, houve uma área que baixou 50 centímetros, assegurou.

Em contrapartida, apesar de o Evereste (8.848 metros) ter sentido a atividade sísmica, o que desencadeou avalanches, isso não deverá ter alterado a sua altura, considera James Jackson.





 

in: SIC Notícias



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publicado às 21:32

AS PLANTAS GENETICAMENTE MODIFICADAS

por Mäyjo, em 27.04.15

 

A modificação dos códigos genéticos das plantas alimentares representa a maior alteração feita pelo Homem nesta matéria desde que aprendeu a domesticar a natureza e a praticar a agricultura. Ao contrário do que acontece na agricultura normal, em que os genes de uma planta são combinados com genes de espécies afins, estas plantas modificadas contêm um conjunto de genes, não apenas de outras plantas mas também de animais, de vírus, fungos e bactérias.

Estes genes estranhos, introduzidos nas plantas, destinam-se a reter proteínas, enzimas e substâncias, como insecticidas, que acabam por entrar na cadeia alimentar humana. As plantas produtoras de pesticidas, em quantidades muito maiores do que as permitidas pela natureza, podem causar no Homem efeitos semelhantes aos dos pesticidas tradicionalmente colocados sobre as plantações. Todavia, enquanto esses podem ser eliminados por lavagens dos produtos, os introduzidos geneticamente conservam-se no interior da planta.

Os defensores das plantas transgénicas afirmam que podem aumentar em 25 por cento a produção de milho, arroz e outros alimentos nos países em vias de desenvolvimento.

Milho “Bt” os cientistas transferiram informação genética do bacilo Thuringiensis, ou bactéria Bt para plantas. O milho Bt produz um insecticida capaz de resistir a insectos que atacam o milho e a algumas marcas de herbicidas.

Soja: modificada para suportar o uso de herbicidas contra as ervas daninhas. Nos EUA. 14% da soja é transgénica.

Batatas: modificadas para produzirem os seus próprios pesticidas. Os híbridos incluem uma batata que pode matar o escaravelho do Colorado.

Tomates: modificados para tornar mais lenta a acção da enzima poligalacturonase, que desencadeia o processo de apodrecimento. À venda nos supermercados dou EUA desde 1995 e na Grã-Bretanha desde 1996.

Superalgodão: genes de bactérias dão origem a fibras auto-isolantes por meio de um composto de poliester biodegradável (PHB) nos núcleos das fibras. Em preparação estão fibras de algodão já coloridas que não encolhem ou amarrotam. Nos EUA, 24% do algodão é transgénico.

 

Fonte: Diário do Noticias, 5 de Novembro de 1998.

Routers, The Genetics Forum, Nature Biotechnology journal— Vol. l6, N. ° 4.

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publicado às 18:53

43% DE TODOS OS CARROS ELÉTRICOS DO MUNDO FORAM VENDIDOS EM 2014

por Mäyjo, em 27.04.15

estrada_SAPO

Cerca de 320.000 veículos elétricos foram registados, em todo o mundo, em 2014, o que representa 43% do total de veículos eléctricos que actualmente circulam nas estradas. Segundo a Centre for Solar Energy and Hidrogen Research Baden-Württemberg (ZSW), os Estados Unidos lideraram a compra de novos carros elétricos em 2014, com 117.000 novos veículos.

Em segundo lugar, esclarece a analista de energias renováveis, encontra-se a China, com 54.000 novos carros – um aumento de 120% da frota. A China é já o terceiro maior país do mundo em mobilidade elétrica, apenas superada pelos Estados Unidos e pelo Japão – o país nipónico cresceu 45% em 2014.

De acordo com a ZSW, estes resultados foram influenciados “sobretudo pelos incentivos à mobilidade elétrica”. Por outro lado, países que não tiveram incentivos para a transição para a mobilidade eléctrica, como a Alemanha, cresceram moderadamente – 11.700 novos carros, para um total de 29.600 veículos eléctricos nas estradas.

“Se continuarmos com este crescimento, em poucos meses teremos um milhão de carros elétricos nas estradas de todo o mundo”, justificou Werner Tillmetz, administrador da ZSW.

Na sexta-feira, o ministro dos Transportes da China anunciou um novo objetivo para a mobilidade elétrica. Até ao final da década, o país espera ter 300.000 novos autocarros públicos e táxis movidos a “combustíveis alternativos”.

Foto: Cristian Bortes / Creative Commons

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publicado às 15:35


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